NASA testa drone movido a energia solar

No início deste ano a NASA, a Softbank – gigante japonesa de tecnologia – e a empresa aeroespacial estadunidense AeroVironment acordaram uma parceria para construir um drone movido a energia solar. O principal objetivo seria levar conectividade sem fio aos lugares mais remotos do planeta.

Ainda em março deste ano, aconteceu uma viagem inaugural, de um protótipo nomeado Hawk 30. De lá para cá, diversos testes aconteceram. Claramente, a ideia de utilizar um drone movido a energia solar não é nada surpreendente.

Afinal de contas, como manter um gadget desses constantemente sobrevoando o planeta sem precisar recarregar as baterias com frequência. Lembrando que as placas solares podem ser instaladas em, praticamente, qualquer superfície. Desde o chão até o teto.

DRONE MOVIDO A ENERGIA SOLAR

drone movido a energia solar

O Hawk 30 é um veículo aéreo não tripulado (UAV). Ele tem dez motores elétricos e capacidade de voar altitudes superiores a 65.600 pés – o equivalente a 20 quilômetros. Esses dados são de acordo com o IEEE Spectrum.

Mas este drone movido a energia solar não é o primeiro veículo aéreo não tripulado a ser utilizado para tentar levar conectividade a remotas áreas e com essa altura. Na verdade, o aparelho que detém o recorde, inclusive, pertence ao protótipo anterior da AeroVironment, chamado Helios.

Em 2001 ele voou a uma altitude de 93 mil pés, mas acabou se fragmentando em pequenos pedaços e caiu no Oceano Pacífico, apenas dois anos depois, por causa de uma forte turbulência.

OUTRAS TENTATIVAS

drone movido a energia solar

Realmente, o Hawk 30 é uma nova aposta. Mas nem ele nem o Helios são os únicos experimentos. Talvez você se lembre do protótipo Aquila, do Facebook. O drone movido a energia solar da empresa de Zuckerberg tinha o mesmo objetivo.

A ideia sempre foi levar conectividade à internet para áreas de difícil acesso. O Aquila permaneceu no ar por quase duas horas, sobre o deserto do Arizona, em junho de 2017, em seu segundo voo de teste. Porém, o projeto foi cancelado apenas um ano depois, em junho de 2018.

Assim como Facebook e, agora, a NASA, o gigante de buscas Google também tentou entrar na onda. Mas bem antes dessa galera. Lá em 2016, criou o sistema SkyBender. No final das contas, os balões de alta altitude fizeram mais sentido para a empresa. Em 2017, o projeto do Google foi substituído pelo projeto Loon, da Alphabet.

Como toda boa ideia, levar conectividade com drone movido a energia solar para as mais remotas áreas do planeta, não será nada fácil. Assim como muitos tentaram e falharam, outros vão continuar tentando.

Esse é o caso da NASA. Mas para quem já levou e trouxe o homem e informações a lugares jamais imaginados do Universo, espalhar conectividade pelo mundo não vai ser o desafio mais assustador.

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